CLOVERDILLY PUB
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Re: CLOVERDILLY PUB
Pedalava meio perdido pelas ruas. Havia chegado a três dias, hospedando-se em uma pensão no SoHo, o que óbvio era um aburso de caro e não cabia em seu orçamento. Enquanto não começava a lencionar, resolvera procurar um lugar para morar, achando no jornal esse pequeno Loft perto de um Pub vermelho, conhecido como Cloverdilly. Andou várias vezes por aquela região, não encontrando o tal lugar. Suas pernas doiam um pouco e sua garganta estava seca, sem contar o frio cortante. Parou a bicicleta em frente ao pub, acorrentando-a em um poste fraco ali na frente.
O sininho da entrada tocou, anunciando sua chegada. Ele fechou a porta cuidadosamente, caminhando até o bar com as mãos dentro do casaco marrom gasto, com a cabeça baixa. Sentou-se no bar e fitou garota magrela ali parada, conversando com o barbudo...o qual ele jurava para si o reconhecer de algum lugar.
- Hi - tirou o gorro, o segurando entre o dedos - can you help me, please?
A voz era baixa e meio falhada, mas notava-se o sotaque britânico presente.
O sininho da entrada tocou, anunciando sua chegada. Ele fechou a porta cuidadosamente, caminhando até o bar com as mãos dentro do casaco marrom gasto, com a cabeça baixa. Sentou-se no bar e fitou garota magrela ali parada, conversando com o barbudo...o qual ele jurava para si o reconhecer de algum lugar.
- Hi - tirou o gorro, o segurando entre o dedos - can you help me, please?
A voz era baixa e meio falhada, mas notava-se o sotaque britânico presente.

Matthew G.- Nerd

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Re: CLOVERDILLY PUB
É natural do ser humano gostar de elogios e com VV não era diferente. Abriu um sorriso bobo ao ouvir as palavras de Mob. Deu uma traga no cigarro e abriu uma cerveja. Ouviu o sininho da porta indicando que alguem estava entrando no pub, esse era um cara alto, de cabelos negros e com cara de perdido.
- Hi - ele tirou o gorro, o segurando entre o dedos - can you help me, please?
O rosto agradavel e o charmoso sotaque britanico não lhe davam escolhas, teria que dizer sim.
- Sure, what can I do for you?
- Hi - ele tirou o gorro, o segurando entre o dedos - can you help me, please?
O rosto agradavel e o charmoso sotaque britanico não lhe davam escolhas, teria que dizer sim.
- Sure, what can I do for you?
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Valentina Vespucci- Nerd

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Re: CLOVERDILLY PUB
- Sure, what can I do for you?
Ele fitou a branquela a sua frente, parecia simpática. Abriu um sorriso tímido.
- Yes...I'm..a little lost - tirou um papel do bolso desastradamente, mostrando o endereço rabiscado a garota - do you know this place?
- Atravesse a rua e você vai estar lá.
- Ok, thanks - guardou o papel novamente e colocou o gorro, indo em direção a porta, mas antes que pudesse sair, ouviu uma voz conhecida.
- HEY MAN - viu o barbudo que estava atrás do balcão saltar por este, parando na sua frente, abrindo um sorriso - MATTHEW, RIGHT?
O inglês fitou o hippie, tentando se lembrar de onde o conhecia. Sua expressão era de curiosidade, rastreava sua memória aos tempos remotos de declínio e vícios, e abriu um sorriso ao se lembrar.
- Mob... - ele se aproximou, estedendo a mão, meio apreensivo. Não gostava de se lembrar daquele tempo, e muito menos das merdas que já havia feito e compartilhado com o hippie.
Ele fitou a branquela a sua frente, parecia simpática. Abriu um sorriso tímido.
- Yes...I'm..a little lost - tirou um papel do bolso desastradamente, mostrando o endereço rabiscado a garota - do you know this place?
- Atravesse a rua e você vai estar lá.
- Ok, thanks - guardou o papel novamente e colocou o gorro, indo em direção a porta, mas antes que pudesse sair, ouviu uma voz conhecida.
- HEY MAN - viu o barbudo que estava atrás do balcão saltar por este, parando na sua frente, abrindo um sorriso - MATTHEW, RIGHT?
O inglês fitou o hippie, tentando se lembrar de onde o conhecia. Sua expressão era de curiosidade, rastreava sua memória aos tempos remotos de declínio e vícios, e abriu um sorriso ao se lembrar.
- Mob... - ele se aproximou, estedendo a mão, meio apreensivo. Não gostava de se lembrar daquele tempo, e muito menos das merdas que já havia feito e compartilhado com o hippie.

Matthew G.- Nerd

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Re: CLOVERDILLY PUB
Observava vagamente o rapazinho entrar no local, olhando suas feições e reparando no sotaque, remetendo-se ao tempo que fez a viagem pela europa apenas com a mochila e 20 dólares no bolso, vivendo alguns dias no paraíso Amsterdam. Lembrou-se que havia dividido um quarto com o garoto e mais dois, além da cocaína que o inglês comprara com ele.
- Mob - o garoto estendeu a mão e ele apertou sorridente.
- Então, brigou com a rainha? O que diabos você está fazendo em NY?
- Longa história...eu tenho que ir agora, mas volto, com certeza...
Matthew se afastava, se despedindo de Mob e antes de sair sorriu para VV.
- E obrigado pela informação....
Mob olhou a garota, que sorria de volta e coçou a barba, intrigado. Ela não costumava sorrir para clientes desconhecidos. O rapaz sumiu pela porta e ele voltou para trás do balcão.
- Hey babe - ele a abraçou por trás, dando um beijo em seu pescoço - porque tanta alegria?
- Mob - o garoto estendeu a mão e ele apertou sorridente.
- Então, brigou com a rainha? O que diabos você está fazendo em NY?
- Longa história...eu tenho que ir agora, mas volto, com certeza...
Matthew se afastava, se despedindo de Mob e antes de sair sorriu para VV.
- E obrigado pela informação....
Mob olhou a garota, que sorria de volta e coçou a barba, intrigado. Ela não costumava sorrir para clientes desconhecidos. O rapaz sumiu pela porta e ele voltou para trás do balcão.
- Hey babe - ele a abraçou por trás, dando um beijo em seu pescoço - porque tanta alegria?
Re: CLOVERDILLY PUB
Então Mob e o britpop já se conheciam, provavelmente é um ex-cliente. Mob é mais popular que os beatles e jesus cristo. Incrível como Mob é conhecido em todos os cantos do mundo, já prestou seus serviços em todos os continentes.
- Hey babe - ele a abraçou por trás, dando um beijo em seu pescoço - porque tanta alegria?
- Me de um motivo para não estar alegre Mob? - ela tirou os braços dele de sua cintura e se virou de frente para ele - Goddamit, não posso nem estar feliz que você implica.
- Hey babe - ele a abraçou por trás, dando um beijo em seu pescoço - porque tanta alegria?
- Me de um motivo para não estar alegre Mob? - ela tirou os braços dele de sua cintura e se virou de frente para ele - Goddamit, não posso nem estar feliz que você implica.
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Valentina Vespucci- Nerd

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Re: CLOVERDILLY PUB
- Me de um motivo para não estar alegre Mob? - ela tirou os braços dele de sua cintura e se virou de frente para ele - Goddamit, não posso nem estar feliz que você implica
Conhecendo o humor de VV, resolveu não responder, sabia que a bipolaridade falava mais alto. Acendeu um cigarro e encontou de volta no balcão, observando ela servir-se de alguma coisa. No bolso, sentiu o celular tocar e o atendeu, sem identificar o número.
- Mob here
- We need talk.
Engoliu seco, reocnhcendo a voz suspeita. Sem dizer nada a VV, saiu do bar, continuando a conversa lá fora.
- Belly? Are you ok?
- I can't tell this in the phone...are you free this night?
- Yeah yeah - ele tragou, olhando o garoto que acabara de sair entrando no prédio da frente - where?
- In your place.
- Ok, see you there. bye.
Delisgou o aparelho, fitando o céu, preocupado. Águas passadas estavam voltando, e pelo tom de voz da garota, um temporal viria pela frente. Apagou o cigarro e entrou de volta no pub, colocando a camiset e o casaco, pegando a bolsa hippie e saindo, sem dar uma palavra.
Conhecendo o humor de VV, resolveu não responder, sabia que a bipolaridade falava mais alto. Acendeu um cigarro e encontou de volta no balcão, observando ela servir-se de alguma coisa. No bolso, sentiu o celular tocar e o atendeu, sem identificar o número.
- Mob here
- We need talk.
Engoliu seco, reocnhcendo a voz suspeita. Sem dizer nada a VV, saiu do bar, continuando a conversa lá fora.
- Belly? Are you ok?
- I can't tell this in the phone...are you free this night?
- Yeah yeah - ele tragou, olhando o garoto que acabara de sair entrando no prédio da frente - where?
- In your place.
- Ok, see you there. bye.
Delisgou o aparelho, fitando o céu, preocupado. Águas passadas estavam voltando, e pelo tom de voz da garota, um temporal viria pela frente. Apagou o cigarro e entrou de volta no pub, colocando a camiset e o casaco, pegando a bolsa hippie e saindo, sem dar uma palavra.
Re: CLOVERDILLY PUB
O primeiro dia de trabalho não fora fácil. Guardou a bicileta no prédio e deixou a bolsa no loft, levando apenas a carteira consigo. Entrou no bar, não estava cheio e tocava um clássico do Van Halen, despertando um sorriso debochado nele. Olhou ao redor, a procura do colega barbudo, mas só conseguiu avistar a magrela atrás do balcão, parecia entediada e prestes a deixar o local. Bem, ele já hava falado com ela antes, porque não agora? Fazia dias que não conversava com alguém descente e no momento estava precisando de amigos. Sentou-se no banco de frente pra ela e sorriu, tirando o maço do bolo e acendendo um cigarro.
- Hi - ele sorriu timidamente, a olhando - do you know what really makes me happy? - fez uma pausa, ainda sorrindo - a beer.
- Hi - ele sorriu timidamente, a olhando - do you know what really makes me happy? - fez uma pausa, ainda sorrindo - a beer.

Matthew G.- Nerd

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Re: CLOVERDILLY PUB
O movimento no pub estava fraco, só havia uma meia duzia de clientes por lá. VV estava atras do balcão entediada quando viu o britpop entrando pela porta principal e vindo em sua direção. Ele se sentou no banco em frente ao balcão e acendeu um cigarro.
- Hi - ele sorriu timidamente, a olhando - do you know what really makes me happy? - fez uma pausa, ainda sorrindo - a beer.
VV deu um sorriso bobo, Matt tinha puppy eyes e um sotaque adoravel, era cativante. Pegou uma long neck na geladeira e a colocou no balcão em frente ao britanico.
- Hapiness is a cold beer.
- Hi - ele sorriu timidamente, a olhando - do you know what really makes me happy? - fez uma pausa, ainda sorrindo - a beer.
VV deu um sorriso bobo, Matt tinha puppy eyes e um sotaque adoravel, era cativante. Pegou uma long neck na geladeira e a colocou no balcão em frente ao britanico.
- Hapiness is a cold beer.
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Valentina Vespucci- Nerd

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Re: CLOVERDILLY PUB
- Hapiness is a cold beer.
- Eu gosto da sua filosofia - ele sorri, dando um gole na cerveja, colocando o cigarro no cinzeiro - I'm Matthew, by the way
- I'm VV
- V for Vedetta? - deu uma risadinha sem graça, começando a se arrepender da piadinha.
- V for variable, V for villain, V for victim, V for vindicate, V for vanity, V for vanished, V for vicious or maybe it's just V for Valentina...
- Uow - ele tragou - you are fast!
Começou a tocar uma música meio romântica, anos 80 total. Matt não costumava ter preconceito com músicas, estilos e épocas, mas seu dia fora terrível e escutar Whitesnake não melhorava. Levantou-se, com a cerveja e cigarro em mãos e foi até o jukebox, enfiando uma moeda e escolhendo um bom e velho rock britânico, mais conhecido como The Kinks.
Voltou e sentou-se no balcão, enquanto cantarolava a letra de Big Blak Smoke
- Eu gosto da sua filosofia - ele sorri, dando um gole na cerveja, colocando o cigarro no cinzeiro - I'm Matthew, by the way
- I'm VV
- V for Vedetta? - deu uma risadinha sem graça, começando a se arrepender da piadinha.
- V for variable, V for villain, V for victim, V for vindicate, V for vanity, V for vanished, V for vicious or maybe it's just V for Valentina...
- Uow - ele tragou - you are fast!
Começou a tocar uma música meio romântica, anos 80 total. Matt não costumava ter preconceito com músicas, estilos e épocas, mas seu dia fora terrível e escutar Whitesnake não melhorava. Levantou-se, com a cerveja e cigarro em mãos e foi até o jukebox, enfiando uma moeda e escolhendo um bom e velho rock britânico, mais conhecido como The Kinks.
Voltou e sentou-se no balcão, enquanto cantarolava a letra de Big Blak Smoke

Matthew G.- Nerd

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Re: CLOVERDILLY PUB
Derrepente o som brega do Whitesnake dominou aquele fim-de-tarde monótono, George devia ser proibido de tocar naquela jukebox, nunca fazia boas escolhas. Uns motoqueiros acendiam o isqueiro enquanto cantavam as letras melosas da banda oitentista. IS THIS LOVE THAT I'M FEELING? IS THIS THE LOVE THAT I'VE BEEN SEARCHING FOR? Incrivel como David Coverdale gostava da palavra LOVE. Felizmente Matt se levantou e mudou a musica, colocando Kinks. Não havia mais duvidas sobre a nacionalidade do rapaz, com certeza era inglês. Pegou uma garrafa de cerveja para si e se apoiou no balcão de frente para Matt.
- The Kinks, that’s so typical british.
- The Kinks, that’s so typical british.
-



Valentina Vespucci- Nerd

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Re: CLOVERDILLY PUB
- Se você preferir uma baladinha romântica anos 80 eu troco - ri, olhando os motoqueiros bregas - sem problemas...
- Okay, vou ficar com o seu 60's britpop
- E eu vo encarar isso como um elogio - deu mais um sorrisinho timido-charmoso e acendeu outro cigarro - can I have another beer, please?
- Sure - ela disse pegando mais uma long neck na geladeira e entregando a ele.
Ele acenou com a cabeça agradecendo e reparou um violão no canto. Lembrou-se dos dias trancado no pequeno apartamento com Emily, escrevendo algumas letras e tentando fazer alguma melodia que prestasse, mas sempre acabava em vodca, maconha e sexo. Deu um sorrisinho interno e voltou a olhar a magrela.
- So, do you play? - ele apontou o violão com a cabeça, abrindo a cerveja e mamando metade de uma vez.
- Okay, vou ficar com o seu 60's britpop
- E eu vo encarar isso como um elogio - deu mais um sorrisinho timido-charmoso e acendeu outro cigarro - can I have another beer, please?
- Sure - ela disse pegando mais uma long neck na geladeira e entregando a ele.
Ele acenou com a cabeça agradecendo e reparou um violão no canto. Lembrou-se dos dias trancado no pequeno apartamento com Emily, escrevendo algumas letras e tentando fazer alguma melodia que prestasse, mas sempre acabava em vodca, maconha e sexo. Deu um sorrisinho interno e voltou a olhar a magrela.
- So, do you play? - ele apontou o violão com a cabeça, abrindo a cerveja e mamando metade de uma vez.

Matthew G.- Nerd

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Re: CLOVERDILLY PUB
Revirou os olhos, sempre que ela dizia que tocava alguem pedia pra ela tocar. Não gostava de mostrar os talentos musicais, preferia guarda-los para si. E uma vez que pegasse naquele violão os motoqueiros iam começar a assobiar, as cantadas de pedreiro iam ficar mais freqüentes e logo iam começar a pedir Hotel California.
- Yes, I do.
- Interesting...
- What about you british boy?
- What? - ele parecia distraído, olhava o violão concentrado
- Do you play?
- I try - voltou os olhos para a garota, sorrindo - but I'm better at the vocals...do you have a band or something?
- Yeah, I think I’m do better singin’ too. And no I don’t have a band, I just play occasionally, when I'm alone or when I'm drunk.
- Yes, I do.
- Interesting...
- What about you british boy?
- What? - ele parecia distraído, olhava o violão concentrado
- Do you play?
- I try - voltou os olhos para a garota, sorrindo - but I'm better at the vocals...do you have a band or something?
- Yeah, I think I’m do better singin’ too. And no I don’t have a band, I just play occasionally, when I'm alone or when I'm drunk.
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Re: CLOVERDILLY PUB
As lembranças voltavam em flashs em sua cabeça enquanto ele fitava o violão. Talvez fosse melhor deixar pra lá e se concentrar na garota a sua frente.
- Do you play?
- I try - voltou os olhos para a garota, sorrindo - but I'm better at the vocals...do you have a band or something?
- Yeah, I think I’m do better singin’ too. And no I don’t have a band, I play occasionally.
- Cool...we can play together...another day, cause now I have to go - ele finalizou a cerveja e deu o último trago, apagando o cigarro. Tirou a carteira e deixou uma nota de 10 dólares sobre o balcão.
- Thanks for the beer VV - sorriu acenando - and for the company.
Virou de costas e saiu andando, passando pela porta e atravessando a rua, rumo ao seu loft.
- Do you play?
- I try - voltou os olhos para a garota, sorrindo - but I'm better at the vocals...do you have a band or something?
- Yeah, I think I’m do better singin’ too. And no I don’t have a band, I play occasionally.
- Cool...we can play together...another day, cause now I have to go - ele finalizou a cerveja e deu o último trago, apagando o cigarro. Tirou a carteira e deixou uma nota de 10 dólares sobre o balcão.
- Thanks for the beer VV - sorriu acenando - and for the company.
Virou de costas e saiu andando, passando pela porta e atravessando a rua, rumo ao seu loft.

Matthew G.- Nerd

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Re: CLOVERDILLY PUB
Andava pelas ruas do centro. Final de semana o Cloverdilly ficava bastante movimentado, por isso pensou em já ir pra lá mesmo que fosse cedo ainda e aproveitar pra estar num local mais aquecido, pois o frio estava cortante.
Andava distraído e as pessoas que cruzavam seu caminho eram apenas rostos desconhecidos, exceto os dois sujeitos que estavam do outro lado da rua. Um negro e um branco, vestidos com um sobretudo preto. Elementos que por extinto saberíamos que não eram boas pessoas.
– Oh shit!
Tony apressa os passos tentando disfarçar-se entre as pessoas, mas quando viu os dois homens atravessando a rua movimentada a passos largos, e apontando pra ele, começa a correr.
As pessoas se desviavam do rapaz e dos dois sujeitos que corriam atrás dele. Barracas eram derrubadas, um cachorro foi chutado, e as moedas do mendigo cego na calçada foram jogadas longe com a colisão de Tony contra um caixote de madeira no canto da calçada. Ele rola no chão, mas consegue se levantar a tempo e continuar a correr.
Entra numa passagem entre dois prédios residenciais, avistando logo a frente uma escada de emergência da lateral de um dos prédios. Olha pra trás viu que os homens ainda não o tinham alcançado. Sobre em cima de uma lata de lixo tentando alcançar a escada. Esta parecia estar emperrada, então ele puxou com mais força, até a escada descer bruscamente, o fazendo desequilibrar e cair no chão.
No desespero, ele se levanta rapidamente, se segurando na escada pra começar a subi-la, mas foi puxado pro chão pelos homens que estavam o perseguindo. Estes começaram a chutá-lo enquanto ele estava no chão, pisando em suas costas. Após uns dois minutos de espancamento, Tony estava com o nariz sangrando e o supercílio aberto. O homem negro o levanta pela gola do casaco e o põe contra a parede.
– Hey Tony. How long time! — Sorri ironicamente — Três anos desaparecido, deixando a gente na mão, não é? — Dá mais um soco na barriga dele, o fazendo arriar — E aí, o que tem feito após arruinar o nosso negócio?
Tony cospe saliva misturada com sangue no chão e apóia as costas na parede.
– Gastando o dinheiro de vocês.
Irritado com a resposta o homem negro dá um tapa com bastante força na cara de Tony.
– Desgraçado! Você volta pra New York, pensando que nunca saberíamos? Cadê nosso dinheiro?
– Eu estou cuidando disso. — Responde enquanto limpa o nariz ensangüentado com a manga do casaco.
O homem branco tira os óculos, segura a mandíbula de Tony, virando seu rosto pra si.
– Tony, hoje eu estou de bom humor. Vou até deixar você me dizer quando é que você vai me devolver o dinheiro.
– Trinta dias.
O homem solta uma gargalhada – Você está de brincadeira? — Ele aperta a mandíbula do rapaz o fazendo soltar um gemido de dor — Quarenta e oito horas! E nem pense sair da cidade novamente. Sabemos onde você está vivendo, com aquele mauricinho no NY Palace. Se você fugir, outras pessoas vão sofrer.
O homem solta seu rosto, pondo o óculos escuro, ajeitando o sobretudo, e o outro que o acompanhava o segue pra fora daquele beco.
Os assuntos do passado começaram a voltar à tona. Isso é o que ele mais temia. Pensava em mil maneiras que não resolveriam aquele problema. Exceto uma. Contar pra Dexter e acabar envolvendo-o nesse problema.
Entra pela porta dos funcionários do Pub, pega um pouco de gelo na máquina que os produzia, e vai pro banheiro tentar reparar os danos feitos no seu rosto. O supercílio estava aberto, e o sangue escorria sobre os seu olho. Precisava de ir a um hospital, mas fariam muitas perguntas que ele não responderia. Então o jeito é pedir algum remédio pra curativos à VV, ou um kit de primeiros socorros pra costurar a abertura do supercílio.
Ao entrar no salão, ela estava conversando com um rapaz com um sotaque britânico. Poucas vezes viu VV num momento de tranquilidade como aquele, exceto quando estava numa 'trip'. Se dirige a ela com uma compressa gelada tampando metade do lado esquerdo do seu rosto.
– Excuse me VV but can you help me?
Andava distraído e as pessoas que cruzavam seu caminho eram apenas rostos desconhecidos, exceto os dois sujeitos que estavam do outro lado da rua. Um negro e um branco, vestidos com um sobretudo preto. Elementos que por extinto saberíamos que não eram boas pessoas.
– Oh shit!
Tony apressa os passos tentando disfarçar-se entre as pessoas, mas quando viu os dois homens atravessando a rua movimentada a passos largos, e apontando pra ele, começa a correr.
As pessoas se desviavam do rapaz e dos dois sujeitos que corriam atrás dele. Barracas eram derrubadas, um cachorro foi chutado, e as moedas do mendigo cego na calçada foram jogadas longe com a colisão de Tony contra um caixote de madeira no canto da calçada. Ele rola no chão, mas consegue se levantar a tempo e continuar a correr.
Entra numa passagem entre dois prédios residenciais, avistando logo a frente uma escada de emergência da lateral de um dos prédios. Olha pra trás viu que os homens ainda não o tinham alcançado. Sobre em cima de uma lata de lixo tentando alcançar a escada. Esta parecia estar emperrada, então ele puxou com mais força, até a escada descer bruscamente, o fazendo desequilibrar e cair no chão.
No desespero, ele se levanta rapidamente, se segurando na escada pra começar a subi-la, mas foi puxado pro chão pelos homens que estavam o perseguindo. Estes começaram a chutá-lo enquanto ele estava no chão, pisando em suas costas. Após uns dois minutos de espancamento, Tony estava com o nariz sangrando e o supercílio aberto. O homem negro o levanta pela gola do casaco e o põe contra a parede.
– Hey Tony. How long time! — Sorri ironicamente — Três anos desaparecido, deixando a gente na mão, não é? — Dá mais um soco na barriga dele, o fazendo arriar — E aí, o que tem feito após arruinar o nosso negócio?
Tony cospe saliva misturada com sangue no chão e apóia as costas na parede.
– Gastando o dinheiro de vocês.
Irritado com a resposta o homem negro dá um tapa com bastante força na cara de Tony.
– Desgraçado! Você volta pra New York, pensando que nunca saberíamos? Cadê nosso dinheiro?
– Eu estou cuidando disso. — Responde enquanto limpa o nariz ensangüentado com a manga do casaco.
O homem branco tira os óculos, segura a mandíbula de Tony, virando seu rosto pra si.
– Tony, hoje eu estou de bom humor. Vou até deixar você me dizer quando é que você vai me devolver o dinheiro.
– Trinta dias.
O homem solta uma gargalhada – Você está de brincadeira? — Ele aperta a mandíbula do rapaz o fazendo soltar um gemido de dor — Quarenta e oito horas! E nem pense sair da cidade novamente. Sabemos onde você está vivendo, com aquele mauricinho no NY Palace. Se você fugir, outras pessoas vão sofrer.
O homem solta seu rosto, pondo o óculos escuro, ajeitando o sobretudo, e o outro que o acompanhava o segue pra fora daquele beco.
Os assuntos do passado começaram a voltar à tona. Isso é o que ele mais temia. Pensava em mil maneiras que não resolveriam aquele problema. Exceto uma. Contar pra Dexter e acabar envolvendo-o nesse problema.
Entra pela porta dos funcionários do Pub, pega um pouco de gelo na máquina que os produzia, e vai pro banheiro tentar reparar os danos feitos no seu rosto. O supercílio estava aberto, e o sangue escorria sobre os seu olho. Precisava de ir a um hospital, mas fariam muitas perguntas que ele não responderia. Então o jeito é pedir algum remédio pra curativos à VV, ou um kit de primeiros socorros pra costurar a abertura do supercílio.
Ao entrar no salão, ela estava conversando com um rapaz com um sotaque britânico. Poucas vezes viu VV num momento de tranquilidade como aquele, exceto quando estava numa 'trip'. Se dirige a ela com uma compressa gelada tampando metade do lado esquerdo do seu rosto.
– Excuse me VV but can you help me?


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Re: CLOVERDILLY PUB
Guardou o dinheiro no caixa, voltou para o balcão aonde se se apoiou e ficou observando as pessoas ao seu redor. O bartender apareceu todo esfarrapado, com sangue escorrendo de seu nariz e uma compressa gelada tampando metade do lado esquerdo de seu rosto.
- Excuse me VV but can you help me?
- What the hell hapoend to you Tony? - ela disse espantada ao ve-lo naquele estado de Rocky Balboa no fim da luta
- Excuse me VV but can you help me?
- What the hell hapoend to you Tony? - ela disse espantada ao ve-lo naquele estado de Rocky Balboa no fim da luta
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Valentina Vespucci- Nerd

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